A Revolução Industrial trouxe uma mudança radical na vida das pessoas, especialmente como trabalhadores.  Com a Era da Informação veio mais uma onda de quebra de paradigmas com ênfase novamente nas consequências para o mercado de trabalho.

Profissões surgiram que não poderiam nem sequer ser imaginadas poucas décadas antes, enquanto outras desapareceram. Mas, em meio a tantas mudanças, uma profissão existe há cerca de 250 anos e permanece firme na sua relevância e necessidade para o mercado: a do Consultor Financeiro.

O objetivo de se trabalhar com um consultor financeiro 250 anos atrás ou nos dias de hoje, é o mesmo: realizar sonhos. O sonho de viver livre de dívidas, de poupar para a casa própria, o sonho da educação dos filhos, da aposentadoria segura e tranquila e até mesmo o sonho de cuidar daqueles que mais amamos quando não estamos mais presentes.

É uma profissão extremamente gratificante e extremamente bem remunerada.  Somos como médicos das finanças, bem recompensados por criar saúde financeira. Muitos de nós são donos do seu próprio negócio e contamos com independencia e autonomia para escolher as empresas que representamos para melhor servir nossos clientes.

Parece fantástico, certo? Então porque será que certos segmentos da indústria financeira têm dificuldade de atrair novos profissionais?

Primeiro, porque certas empresas do ramo não acompanharam a evolução das necessidades do consumidor e do profissional da área.  Ficaram estagnadas com um portfolio limitado de produtos que não atendem às necessidades variadas da população. Ficaram estagnadas também em um modelo de trabalho que escraviza o consultor com a pressão de quotas de vendas, infindáveis reuniões e pouca oportunidade de crescimento.  O consultor financeiro quer ser dono do seu próprio negócio e não um empregado. Até porque ganha por comissão e não um salário.

Segundo, porque criou-se muito glamour em torno de certas especializações da área financeira como os brokers de ações (stock brokers) e, ao mesmo tempo, foi-se perdendo o interesse pelas especializações de base como seguros de vida e previdência privada. Mas a verdade é que nem todo mundo tem necessidade de investir na bolsa de valores, mas simplesmente todas as famílias têm necessidade de produtos básicos como um seguro de vida e um plano para aposentadoria.  Portanto, a oportunidade é maior e a competição menor nesse setor. E até mesmo a única licença do estado necessária para atuar nesse setor é muito mais simples.

Por esses dois fatores, escolhemos ser consultores independentes, donos do nosso próprio negócio, e especializados em produtos de fundação. E também escolhemos ajudar outras pessoas a contruírem seus próprios negócios como consultores financeiros. Se você tem interesse em saber mais sobre como fizemos e como você também pode fazer, pode ficar à vontade para entrar em contato comigo.

Quanto mais consultores financeiros houverem lá fora, mais pessoas estarão realizando seus sonhos.