Com a chegada do final do ano, muita gente começa a preparar aquela imensa lista de planos e objetivos a serem alcançados no ano seguinte. O problema, no entanto, é que passado o entusiasmo inicial da festa da virada, as resoluções de ano novo são esquecidas em um papel e, doze meses depois, ao relembrar das promessas, vem aquela sensação de desapontamento por saber que quase nenhuma meta foi alcançada, conforme explica a psicanalista Ciça Jorge, do Instituto Nacional de Excelência Humana (INEXH).

“Quatro emoções básicas regem a nossa vida: raiva, tristeza, medo e alegria. Elas são responsáveis por todas as demais emoções que sentimos. E, para saber controlá-las, é necessário compreender cada uma delas. Assim é possível abrir nossa mente na busca de novos caminhos, para que possamos expressar todo nosso potencial e atingir nossos objetivos”, explica Ciça.

Crenças limitantes

Você certamente conhece alguém esforçado que, por mais que tente e corra atrás dos seus objetivos, nunca consegue obter sucesso naquilo que almeja. Esta falta de resultado, seja no campo profissional ou pessoal, pode estar associada a uma crença limitante, provocada por um trauma de infância, que inconscientemente o impede de seguir adiante.

“Esse comportamento pode ocorrer pelo fato da pessoa estar imitando um padrão comportamental dos pais ou ser reflexo de algo que alguém falou para ela na infância, e a está impedindo de conseguir ter sucesso”,

As atividades dos treinamentos e dinâmicas, baseadas em fundamentos de diversas correntes da psicologia, fazem o participante confrontar reações aos mais variados eventos do cotidiano.

“Ali, a pessoa tem a chance de repensar suas crenças e atitudes, além de estruturar planos por meio do estabelecimento de metas palpáveis, cuja concretização traz autoconfiança”, explica a psicanalista. “Liberamos, na medida do possível, bloqueios inconscientes por meio de técnicas de Programação Neurolinguística (PNL)”.

Importância do QE

Libertar-se dessas crenças limitantes é fundamental para obter o sucesso profissional, na opinião da psicanalista. “As empresas estão em busca do QE (Quociente Emocional). Não adianta nada ser o primeiro da turma, ter diploma, pós-graduação, e não saber liderar, controlar a equipe e lidar com as emoções e com situação de pressão. O QE hoje é muito mais importante que o QI (Quociente Intelectual)”.

Segundo um estudo feito por Travis Bradberry e Jean Greaves, autores do livro “Emotional Intelligence 2.0″ (Inteligência emocional 2.0), da TalentSmart, apenas 36% das pessoas conseguem identificar suas próprias emoções.

Feita com mais de 500 mil pessoas ao longo de uma década, a pesquisa demonstra que essa competência, além de rara, é muito valiosa. O chamado QE está ligado a 58% do sucesso profissional em qualquer carreira.

“Ser criativo, esperto e ter jogo de cintura pode ser mais determinante para o sucesso. Steve Jobs, Billl Gates e Einstein são provas disso. Nenhum deles fez faculdade; chegaram aonde chegaram usando a criatividade”, ressalta Ciça.

“Percebemos que, nos dias atuais, as qualidades emocionais são cada vez mais exigidas como pré-requisito nas empresas. Os maiores especialistas do mundo em análise comportamental alertam que o mais importante não é o quanto se sabe, mas sim como se relacionar melhor consigo mesmo e, consequentemente, com as pessoas que conosco convivem”, adverte a psicanalista. “Para melhorarmos o nosso QE, é necessário expandirmos nossa inteligência emocional”.

A exemplo das palestras sobre o Treinamento DL (Desenvolvimento e Liderança) que Ciça ministra no Brasil,  o qual já ajudou centenas de pessoas a emplacarem comportamentos mais construtivos nos campos pessoal e profissional, esse Treinamento  também é ministrado pela Equipe do DL Miami que já opera na Flórida há mais de 1 ano, com sucesso absoluto.


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Fonte: Elo Comunicação