Quando eu estava acima do peso, acreditava que não tinha força de vontade suficiente para eliminar os quilos que eu tanto queria. Quando os eliminei, aprendi que foi necessário algo a mais.

Aprendi que força de vontade, muitas vezes, pode ser comparada a um elástico que esticamos, esticamos, esticamos e quando menos esperamos ele se parte. Não sei se já passou por isso, mas tentei emagrecer várias vezes, muitas vezes. Começava e mantinha por um tempo, até que não agüentava mais ver salada na minha frente e “chutava tudo para o alto”, não queria saber de mais nada. Meu elástico da força de vontade havia se rompido…

Quando comecei a compreender os motivos pelos quais eu comia além de minha real necessidade e o que podia fazer de diferente, sem ser comer e sem ter de passar fome, teve início o meu processo de emagrecimento.

Temos razões, minhas vezes desconhecidas num primeiro momento, para comer mais do que nosso corpo precisa. E quais são elas? Cabe a nós deixar a resposta sincera vir.

Temos motivos para estar do modo que neste momento estamos. E quais são eles?

Todo comportamento tem uma intenção produtiva. E qual é a intenção produtiva do seu comer em excesso? O que você busca ao comer o que tanto diz gostar? É do alimento que você gosta mesmo ou do que ele representa para você?

O que me diz?

Como se sente ao ingerir aquele alimento que mais quer comer? Aquele tentador?

Convido-o a fazer um exercício: coloque o seu alimento preferido na boca, feche os olhos e sinta-o como nunca sentiu antes. Que textura tem? Que cheiro? É doce? É salgado? O que ele tem de tão especial? O que vem à sua mente? Vem emoção também? Qual?

Perceba como esse alimento mexe com você, com seu corpo e sensações. Perceba e permita-se descobrir o recheio invisível que ele tem.

Descubra o recheio e se dê a oportunidade de compreender qual a razão de querer tanto isso. O que ele lhe traz, que sem ele você não tem?

Boas descobertas!

Forte abraço,


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